MacBook Neo: a Apple inventou um Mac para quem achava que Mac era coisa de outro mundo
A Apple lançou seu notebook mais acessível da história com chip A18 Pro, tela Liquid Retina e até 16 horas de bateria — e desta vez o preço não vai fazer você fechar a aba.
Recentemente, a Apple fez algo que seus fãs mais, digamos assim, econômicos esperavam há anos: lançou um Mac que não exige que você venda um rim para sair da loja. O MacBook Neo chega com o menor preço inicial entre todos os seus macbooks e traz dentro dele o chip A18 Pro, o mesmo que equipa os iPhones de ponta da linha atual.
O chip A18 Pro não está aqui de enfeite. Nos testes conduzidos pela própria Apple em janeiro e fevereiro de 2026, o MacBook Neo se saiu até 50% mais rápido em navegação na web e até três vezes mais rápido em tarefas de IA no aparelho do que o notebook PC mais vendido com o processador Intel Core Ultra 5 mais recente disponível. Para quem edita fotos, a vantagem chega a duas vezes sobre o mesmo concorrente. Tudo isso sem ventoinha — o aparelho opera em silêncio absoluto.
A tela Liquid Retina de 13 polegadas entrega resolução de 2408 x 1506, 500 nits de brilho e suporte a um bilhão de cores. Tem revestimento antirreflexo. Funciona bem na varanda ensolarada do café onde você finge trabalhar.
O design é em alumínio, pesa 1,2 kg e está disponível em quatro cores: blush, índigo, prateado e o recém-chegado amarelo-cítrico. O Magic Keyboard acompanha na mesma tonalidade do corpo do aparelho, com papéis de parede combinando. É o MacBook mais colorido que a empresa já fez — e essa frase foi dita pelos próprios executivos da Apple, não por nós.
A bateria dura até 16 horas com uma única carga, conforme testes realizados pela Apple em janeiro de 2026 navegando por 25 sites populares via Wi-Fi. Isso significa um dia inteiro de uso sem precisar caçar tomada em café lotado.
A câmera FaceTime HD de 1080p vem com processamento de imagem melhorado. Dois microfones com filtragem espacial direcional isolam a voz e cortam ruído ambiente. Os dois alto-falantes laterais são compatíveis com Áudio Espacial e Dolby Atmos.
Para videoconferências, o conjunto entrega mais do que a maioria dos notebooks nessa faixa faz. Acabaram as desculpas para aparecer borrado nas reuniões.

Em termos de conectividade, o MacBook Neo tem duas portas USB-C — sendo uma USB 3 (esquerda, compatível com monitor externo) e uma USB 2 (direita) —, entrada para fone com fio, Wi-Fi 6E e Bluetooth 6. Não é um portfólio exuberante de portas, mas é o suficiente para o uso cotidiano.
O sistema operacional é o macOS Tahoe, com Apple Intelligence integrada — incluindo ferramentas de Escrita e Tradução ao Vivo — e o Neural Engine de 16 núcleos acelerando tarefas como resumir notas no Bear ou aplicar a ferramenta de Limpeza no app Fotos. A GPU de 5 núcleos cuida de gráficos em jogos e projetos criativos. Integração com iPhone via Handoff, Espelhamento do iPhone e Área de Transferência Universal vem de série.
No campo ambiental, o MacBook Neo é o MacBook com menor emissão de carbono da história da Apple. É composto por 60% de materiais reciclados — incluindo 90% de alumínio reciclado e 100% de cobalto reciclado na bateria. A estrutura usa 50% menos alumínio no processo de fabricação em relação aos métodos tradicionais. A embalagem é 100% fibra e reciclável.
John Ternus, vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple, resumiu assim no comunicado oficial:
“Simplesmente não existe outro notebook como ele.”
É exatamente o tipo de frase que a Apple treina seus executivos a dizer — mas desta vez os números não contradizem. Difícil argumentar contra isso.

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